LA EVOLUCION DEL GALLO ARGENTINO
Por Pedro Suarez (Gentileza de la Revista Argentina “Tradición Gallera”)

He tenido el privilegio de haber visitado éste bello país en varias ocasiones e, inclusive, viví en Buenos Aires desde 1985 hasta 1988. Durante esos años representé en la Argentina a la revista gallística “Canta Claro” la cual mediante mi gestión dio a conocer al destacado criador de Bella Vista Juan Carlos Cossani, el mejor criador de los años 1980 hasta 1990. Gracias a Juan Carlos Fernandez gran amido q.e.p.d. y excelente criador conocí a la crema y nata de los criadores argentinos y con él participé como espectador en los torneos de Bella Vista, Río Tercero y Misiones, publicando estas reseñas en la revista mexicana. En la actualidad, soy de la opinión que el gallo argentino es muy superior al de Brasil, pues, es más valiente y de mucha púa aunque el gallo brasileño es más habilidoso. Acá en la Argentina se han importado gallos de Japón y de sus islas adyacentes pero no lo divulgan pues son reservados, mientras el brasileño es más extrovertido y comerciante. Efectivamente, los brasileños tuvieron buenas crías y en especial Joao Veppo y su hermano, Arnaldo, Ballesteros y N. Dutra exceptuando éste último, los anteriores importaron gallos gigantes que son para comer. Esto me consta pues ellos trataron de comprar gallos y gallinas que vendieron a Bolivia a precios increíbles. Sin embargo los bolivianos no les vendieron su descendencia, quizá les regalaron dos o tres pollas. Esto ocurrió en Santa Cruz y Trinidad. Hoy en la actualidad existen gallos japoneses en Bs. As. De Shishiro Koyama cuyos huevos fueron enviados al Sr. Fernández (q.e.p.d.) por el Dr. N. Dutra de Puerto Alegre. También yo he enviado Nankinde China y Tuzoz y de éstos últimos enviaré una pareja blanca de una islita cerca de Japón. En la actualidad soy de la opinión que los mejores gallos japoneses puros están en las manos de Miguel A. Fernández el cual no los vende, sin embargo los obsequia a sus verdaderos amigos como en el caso de José Mesías que tiene de lo mejor de Fernández. Yo soy de la opinión que después de Japón los mejores gallos están en Tailandia que es la misma raza, al igual que Laos, Camboya, Vietnam y Korea, e inclusive China en el puerto de Nankin, sin olvidarnos del gallo negro Chan de la India y el pequeño Sonotawal especial por su tamaño chico para cruzar con el japonés. Sí existen gallos buenos en Brasil, pero hay que dar con el criador que practique la genética y no son muchos que digamos, sigamos adelante para que podamos decir “EL GALLO ARGENTINO ES EL MEJOR”.

 

RESPUESTA AL ARTÍCULO ANTERIOR

 

“FUEGO EN EL PECHO, MARTILLO EN LAS PATAS, VIENTO EN SU VUELO”.
PUAS PLASTICAS, “EL DOMINO” Y LOS GALLOS BRASILEÑOS.

Por el Dr. Leopoldo Luna Etchevertz para la revista argentina “Tradición Gallera”.

Não satisfaz a controvérsia a mim, nem “ao toque da orelha”. Eu escrevo pouco, porque para o fazer eu devo ter a segurança para saber o assunto. Muitos leitores poderiam estar no discord com mim e este não offend a mim; no respeito contrário toda a opinião que tem a fundação. Eu sou habitual, como o juiz e o advogado, à aplicação da norma que da direita Roman é exijida: esse que afirma algo, tem a obrigação prová-la. Eu enlato certamente, para ensinar àquele que o deseja, as evidências documentary de que mim afirmam: letras, videos, prongs, photographies e assim muitas coisas consultando aos galos, que está acumulado em muitos anos. GALOS BRAZILIAN E GALOS DE ARGENTINA. No último número deste compartimento eu li affirmations que embora vindo de um criador grande, eu não compartilho. Por suposto, eu estou indo indicar qual é minha posição e as razões para meu discord. Respeitar muito ao Sr. Pedro Suarez como o criador de galos combatentes espanhóis e Cuban. Seu pai Don também Pedro que Suárez era talvez um dos cinco criadores melhores de Cuba por toda a hora. No fato os combatentes espanhóis que trouxeram a Argentina para meu amigo grande, Juan já falecido Carlos Fernandez, foram os mais finos e consideravelmente do que é possível ser pedido. Aos agradecimentos do deus, seu anjo de Miguel do filho conserva-os ainda. Mas eu não posso estar no acordo com seu affirmation de que os galos de Argentina são melhores do que os brasileiros. No primeiro lugar: Toda a generalização é perigosa. Mim lata para aceitar que me dizem que os galos do parafuso prisioneiro de nosso país, são bons do que aqueles do outro parafuso prisioneiro de Brasil, mas não que um país, que por seus tamanho e quantidade de ventiladores seja um continente, em um único mercado conservado em estoque põe a tudo. Secondly: A fim falar de Brasil, é necessário conhecer galos e zonas diferentes dos galleros. Eu posso fazê-lo e prová-lo com letras porque eu receberam e os galos do envoy de meus jovens, por muito sucesso ao rio Grande faz Sul, Rio de Janeiro, Pernambuco, San Luis de Maranhao e Belém faz para, para nomear somente alguns lugares. 1) GAUCHOS DOS GALOS DO SUL DE BRASIL: Aqueles que está havido nesta zona de Brasil a sabe e a isso não tiveram essa sorte o comentário: se houver um lugar neste mundo blessed, onde um argentino possa ser sentido bem, está no rio de Grande, principalmente nas zonas montanhosas rurais como Arroio faz o tigre, o Sobradinho, etc. Estes “Gauchos” fazem exame de matanças, mas mais do que nós, comem justo como o Argentineans mas muito mais, e fazem-no exame. bom, eu não acredito que nós podamos para competir com eles. Por anos não aceitaram o dente reto nem o regulamento que tentaram impo de Rio de Janeiro ou San Pablo. Lutaram com o gaucha do dente reto, aquele são exatamente iguais à “Argentina Puón” de hoje. E eu digo de hoje porque trinta anos há se lutou myself com os prongs agudos do que aqueles do fósforo nacional. Pelo menos em Santiago do Matting. Aqueles eram eles que convenceram para nos abaixar um pouco o aggressiveness do prong. É porque aos brasileiros, aquele eles trouxe galos com um estado físico excepcional, tipo japonês dos lutadores e do dente reto regular (não tudo, por suposto) não lhes concordou que em um único tiro, até por acaso, o galo que de Argentina iguale ou ganhou a luta. Qualquer um não aceitaram o formulário para igualar de Rio o de Janeiro e o San Pablo, que combinaram e altura por peso. No rio de Grande, estava pergunta da abilidade mais ou menos para remover a altura que o rival. Nos outros localities nomeados, não se preocuparam sobre a altura, porque nunca lutariam com uma parte superior do galo. Minha opinião naqueles galos: Eu trouxe pessoalmente e comandaram-me também, não muitos, mas muito muitos galos desta zona. Toda a luta muito boa, lutadores da garganta; pulmão muito bom, velocidade e multa boa ou muito muito bem 99%. Também 90% pelo menos regular no dente reto, tanto quanto pais quanto suas crianças com as galinhas dessa zona, para que em Argentina, principalmente em Tucumán e em Santiago, que é dos lugares de que eu posso pensar, para ter visto perto seleto, nós chamamos o “dente reto”. Aqueles galos ganhos em seu país, para ter o mais melhor treinamento e “a entreverar” mas com as extremidades. Eu não generalizo, eu trouxe galos do dente reto muito bom contudo e transmitiram-no, mas não eram os sinais de adição. 2) GALOS DO CENTRO DE BRASIL. JANEIRO DE RIO DE, SAN PABLO E MINA GERAIS: Estas cidades grandes, e influenciadas por eles, apreciaram próprias características: a) Tiveram ventiladores de muito dinheiro, com os galleras muito importantes, de guardas da mais melhor coisa. Receberam o immigration grande dos povos de Japão, tanto pessoa, que por suposto, alguns eles foram tornados pelo menos afeiçoados dos galos e tiveram well-known em seu país de origem, isso levantaram-no. b) Assim como o Argentineans eram os importers de Asil e de Calcuta, “de Rio de Janeiro” e “o Paulistas” começou, muitos antes de 1950 a concernir o meio japonês e grande, Shamos enquanto nós nos chamamos lhes ( em Japão Shamo é todo o galo que não for da cerca: para eles, são os galos que vieram supõem dly from Siam, which today is Thailand). c) The branches that used: Contrary to which it happened in the south, which they fought with p ? a argentina, nestas zonas uma arma definida não foi adotada e ainda hoje estão mudando. Trinta anos há foi lutada com prong natural, de quatro centimeters e por períodos e duas e até quatro horas. Contemporarily, os prongs pressionados do dente reto do galo foi usado (mortos por suposto), com a extremidade sem corte. Por meio de um elemento metálico com perfurações (o molde é chamado) mediram o diâmetro ou a agudeza dos prongs. Foi lutado geralmente com a “arma 4” ou “arma 5” (N° 1 seria o prong agudo e o N° o mais sem corte 10). Mais tarde, como o assunto a pressionar para fazer dentes retos das subtrações, era não somente um trabalho do artisan, mas caro, o Dr. industrial Jose Daniel Tosi, provado fazê-los no duraluminio e são carregados assim o Paulistinhas, deste material, que foi usado até recentemente. Estes braços eram cópia dos pressionados do dente reto natural. Para um argentino, conseqüentemente dão cinco horas onde seria impossível as amarrar ao galo; no fato não são práticos porque o cazoleta (que além é pequeno) e a extremidade consiste. Além seguindo a tradição, esta extremidade é sem corte. (arma N° 4). Mas não são iludidos: se o galo bater forte, entrar em muito mais esses o prong nosso. Na uma mão, apenas como o plástico uns que é tentado fazer o oficial, tiveram a extremidade sem corte, que causa que produz rasgos. Jose Daniel Tosi que eu conheço que do ano 1968 e nós se escreveu desde então. A última letra que eu emiti não mais há do que quinze dias, criticada o assunto da extremidade sem corte e de você cruza-os que estão fazendo. (Eu tenho toda a correspondência à mão escrita deste amigo, até que com você exceder os e cópias das letras emitidas por mim. São à disposição que duvidam. Além eu tenho uma quantidade de photographies, com dedication e formulários ao reverso e a um vídeo que o mostre seus últimos facilidades e que já tem mais de 80 anos). Último, Tosi e Ballesteros, planejados uma extremidade plástica, provando materiais diferentes. A idéia levanta-se porque viajando pelos países em que os Spaniards combatentes ou seus derivatives se lutam (Colômbia, Cuba, Puerto Rico, etc.) serra alguns prongs plásticos que substituíram aqueles do espinho dos peixes, tartaruga do mar ou os pressionaram do galo. E assim atuais são plástico nascido. São similares àqueles do duraluminio, com uma vantagem: têm como nossa “Argentina Puón” um suplemento que reserve para desgastar como nós nos acostumamos em nosso país e no sul Brazilian. Mas cuidado tomado de: Tanto meu amigo de Tosi, como Evandro Crossbowmen, é os industrialistas importantes, possessors de fortunas grandes. São sócios e founders do clube que eu privei cinco estrelas e esse clube, como tudo, vidas principalmente no público que concur e nos melhores. Era com mentality industrial que foi feito agora aos prongs do alumínio e dos plásticos: a era objetiva para reduzir custos dos ofícios. É com mentality industrial (ou comercial) que foi reduzido a época de uma luta de quatro horas a uma hora. E de acordo com Jose Daniel Tosi, abaixaria ainda mais. É lógico: melhores tornam-se furados em lutas longas e para tê-las na simultaneidade, é necessário dá-las com o gosto (é impressive o que gambles nas lutas do “inglês” nos Estados Unidos ou no México; luta isso com gaffs de seis centimeters últimos mais menos de dois ou três minutos e são às vezes por milhão dólares). Mas também quando a fazer os prongs mais agudos (e o este é para meus compatriots que vêem os prongs plásticos como “carneiros-guias”), tanto Tosi como Evandro Crossbowmen concerniu anos no dura, quantidades de “Brankivoides”: Espanhol, cubano, combatentes mexicanos, etc. a fim cruzar seus galos velhos, procurar a velocidade mais grande e a boca. Eu quero observar este ao Argentineans de modo que não faça exame d pela surpresa: testar, você compara o dente reto e o plástico plásticos Brazilian do Sr. Patiño ou um prong oficial do Championship nacional de Argentina e deduz qual dos dois tem uma penetração mais grande. Não ainda sendo assim agudos, os novos de Brasil, têm 2.1 centimeters no comprimento até o cazoleta; os puones Argentina, usada no fósforo nacional têm do aço somente 0.4 cm até o cazoleta. Com nosso prong um galo excepcionalmente duramente aprofunda até 0.6 cm ; com plástico o brasileiro que é tentado adotar, ferirá 2 centimeters certamente. Mais lutas serão definidas, e mais rapidamente, sem uma dúvida, mas será necessitado já não a luta, nem cogote muscular nem muito pulmão. Que o prong I nao uniforme cruzaria o espanhol: diretamente concerniria galos norte-americanos. Eu esclareço que eu não estou pensando sem saber o assunto. Aos prongs eu medi-os com um caliber da precisão e tenho uma coleção de facas dos braços (prongs de Argentina de 1800 à data) de até 8 centimeters , “quarto de redondo de México”, facas inglesas e norte-americanas do país igual, e gaffs de comprimentos diferentes, além aos prongs usados em Brasil “das cânulas sem corte” que acontecem pressionado completamente do galo e daquelas de aluminum. Tosi sent a game to me of new plastic ones. 3) ROOSTERS OF THE BRAZILIAN NORTH CENTER: Eu tenho a la Vista um livro valioso truely da “coleção” porque poucas unidades eram imprimieron, assinado toda pelo autor. Mina faz exame de N° 1183 e seu título é “Galicultura” 2da. Edição Rio de Janeiro 1956 do Dr. J.P. Gurupy. Notàvelmente, este autor, longs por os anos “Rio do galo do de de Janeiro” a que considera extinto, pelos cruzamentos japoneses com Shamos ou. Como a característica “Rio do galo velho do de de Janeiro” menciona qualidades da resistência, força e raiva extraordinária principalmente. (Tanto quanto o macho quanto a fêmea destas linhas, é galos tipicamente Hindu, do tipo de um Asil médio ou o que em Argentina nós chamamos Calcuta). Embora não estivesse de encontro ao japonês, pensou, já naquele tempo, que por cruzamentos científicos pequenos (diz disordered), pelos galos resistência perdida e raiva (essas ele com atributos do sucesso aos sangues e ao Malayo de Asil) embora ganho no movimento, o alvo e a técnica battle, “qualidades dos japoneses, que são também os povos na carga pela falta da fibra de muitos de nossos racitas atuais” (em vírgulas e no negrita invertidos, pela tradução textual da página 18 e 19 do trabalho mencionado). Gurupy disse que recebeu do tenente de Arsenio, uma galinha “o Cobra” que era racuda e o racadora (de muitos raça e transmissor) esse ele deu boa até com a legorne, uma de suas crianças o “Capoeira”, foi exposto na sociedade Brazilian das aves domésticas que mantem-se em 1927 (atenção com as datas) (livro mencionado 20 páginas). A determinada coisa é, isso para o norte de Brasil, os galos tiveram menos influência do Shamos, porque os povos pensados como Gurupy e amaram galos absolutamente finos embora fossem mais lentos. Então os galos de Pernambuco, (influencia do ventilador e do industrialista grandes do poder muito econômico Federico Lundgren) eram pelo menos até vinte anos há, galos muito fortes com pouco ou qualquer coisa do japonês. Lundgren teve os galos de “Catita” doubtlessly que você pôs em um home, curto e truely unbeatable peaky por sua classe. Eu tenho em meu poder não um mas em muitos photographies dos galos de Pernambuco. Lá um advogado e um magistrate do colega recebidos como o flattery de meu depósito um Calcuta puro, 7 lutas e mim têm a foto que no reverso diz que aqui “é seu excellence “o argentino” no calor do harem”. Letras e photographies à disposição dos amigos quem amam me visitar: serão bem-vindos). Em San Luis de Maranhao, e Belém faz para, teve amigos, também colegas, que receberam do flattery meus pais: letras e photographies também à disposição de incredulous e de todos os amigos, relacionando-se quem provou as crianças do “Pandorga” mina, com coronel Mario Franco de Castro e foi “removendo ao chapéu por suas circunstâncias e beleza “incomún”. Mario Franco de Castro, era um ventilador grande também e importer de unidades valiosas. Talvez estes animais eram mais “finos” do que aqueles de San Pablo mas I, que eu os tive na mão, acredita que não poderiam competir com os aqueles do rio ou San Pablo por uma pergunta da seleção e porque sem uma dúvida, a luta do japonês (esse se move porque não gosta que lhe batem) não teve os galos do norte. EU DOMINO-O sou o nome de um galo que morra muitos anos há e não sou uma linha longe dela uma raça. Este galo, baptized com esse nome por seu proprietor Jose Daniel Tosi, foi carregado em seu parafuso prisioneiro e era filho concernido de um japonês, e uma galinha de seu depósito. Era um preto, um galo muito bonito, um ajaponesado Calcuta do acalcutado ou um japonês, porque foi querido o ver. (Fotos à disposição). Era um galo que lutasse com os dentes retos naturais de 3 centimeters e de 12 ou 14 lutas ganhas. Era mimado de Jose o Daniel Tosi, porque além a ser bom, transmitido suas qualidades e como para a era mais muito bonita, ilustrou a tampa dos calendários das datas dos fósforos que foram distribuídos em toda parte. Não era um galo com beards ou o barbucho, tanto como Argentineans cría. Deu crianças e filhas que muito boas era velho, foi emitido aos irmãos de Veppo ao rio de Grande faz Sul, onde morreu. Eu tive filhas dele e do conhaque, um outro pai extraordinário. Jose emitiu-me Daniel Tosi (letras e photographies à disposição). Testemunha disto: meu amigo Gilmar Bensi, que teve a raiva a viajar até San Pablo e Rio de Janeiro, a trazer em seu caminhão claro, os galos queima Tosi lisonjeado e diversos outros de Don Francisco de Paula Elías, e o Dr. Ruy Pereyra de Almeida (os japoneses concernidos quais tiveram já a vantagem lisonjeada de ser provado e estar lá não eram nenhum interesse econômico por meios). Quanto para a mim, tinha comandado a Rio de Janeiro, meus Malaios, que cruzaram o sangue Shamos do ½ ou ainda puro, deram resultados extraordinários (a letra de Don Francisco de Paula Elías à disposição). Também estes Malaios nas mãos do Dr. Edsel Jorge Bixler, de México, demonstraram ganhar sobre e da qualidade grande, de acordo com os provérbios destes amigo e autor excelentes de diversos livros e artigos the liking that occupies to us. Domino in Argentina: When the Dr Tosi sends the animals to me, memory that mas de modo que não seja minha palavra, mas esse de um perito, um homem reconhecido world-wide, eu estou indo transcrever o que o de diz Don Francisco Paula Elías na letra dos 28 de agosto de 1976: Diz textual: Galos japoneses: Idêntico um tipo de Asil aos empregados em Argentina, com sabido como Nankin Shamo e existe em uma quantidade grande de todas as cores. Os japoneses ignoram o termo de Asil, a razão para que eles denominate Nankin. Estes pássaros devem ter vindo de China, centenas dos makes da parte traseira dos anos. Um outro tipo de você pôs em um repouso é sabido em Japão como Yamatos, Yapitas e outros nomes. O Chebi é o menor combatente japonês e o Totenko mais grande. O Satsuma é um galo para facas (possivelmente um descendente do Sumatra). O GALO PRETO DE INDIA (Chan) em India, de acordo com a documentação que eu tenho e eu virei em um trabalho que fosse publicado recentemente em México, faz cinco mil anos (5.000) existidos já, além aos galos selvagens, aos “galos da cidade” e também aos galos da luta. Quando o inglês invadiu a região, ocorreu com os galos desconhecidos para eles e quem com sidearms surpassed ao jogo inglês velho. Em India há muitos pássaros battle, ainda hoje, mas tudo não é Asil ou Aseel. A reserva do termo de Asil somente ao galo absolutamente puro, da luta e da família nobre. Em Argentina nós fomos confundidos ao chamar Asil, somente ao pequeno. No fato em India existem hoje e existiram sempre você põem em um meio home (esse nós chamaram Calcuta) e realmente grande, de mais de 10 libras e de tudo são verdades que você põe em um repouso. Ainda, os favoritos das classes governando eram as chamadas Rajah Murg (galos do Rajah ou dos príncipes). Eram de quatro famílias principais, e seu peso foi até em torno das quatro libras. Foram lutados com pés cobertos, diversos dias; alguns chegaram em nove dias. Eu v que no artigo do Sr. Suárez faz a referência a esta raça, mim quero esclarecer que os galos Khan ou Amir Khan eram galos vermelhos (nonblack) peaky e pés brancos. O preto das famílias as mais nobres foi chamado Siyah Rampur e era algo mais longilíneos do que precedente, às vezes com crista lisa e as penas pequenas debaixo da garganta. Um outro jovem preto foi produzido pelo Rajah de Outh, da classe e do estilo incredible da luta. Os galos pequenos, de acordo com mim informaram que meus amigos “no clube internacional oriental de Gamefowl” estão extinguidos praticamente. Crescem acima em algumas regiões ao norte de India e em Paquistão. Eu tive a fortuna immense para receber ovos de um amigo de India que eu soubesse quando dos éramos os jovens e muito me emitiram ovos qual três fêmeas pretas, pés pretos, olhos e derrubam os pés brancos esquerdos e vermelhos. Eu não tento informar que eu tenho “Rajah Murgh Siyah Rampur” nem Amir Khan. , Isso após os anos para levantá-lo pôs mesmo em um repouso e para ter linhas concernidas, é somente a primeira vez que os animais pretos me emitem. Os Hindus, ainda aos colonizadores ingleses, tentaram dá-los ou vendê-los a eles, aos alvos ou ao pinto uns (overos), as cores que tiveram que mais menos. Mesmo assim, em nosso país tem-no posto em um vermelho home e ainda o preto, embora últimos, é mais pequeno. Os pássaros de India, que não vieram diretamente por meio do inglês que tiveram o friendship com os negociantes de gado de Argentina, foram trazidos pela companhia de Bullrich, que terminou fora deles em onde hoje é Patio de Bullrich; outros foram obtidos com esforço. Adquiri-los diretamente no porto de Buenos Aires, dos sailors ou do grupo que vieram do leste, no hemp carregou os barcos da fibra que foram usados fazer cordas e solas de sapatas da lona. Trouxeram sempre na tampa, pares em gaiolas de vime redondas e haggling, eram possível para ser Calcutas verdadeiro adquirido da raça muito boa. (Enquanto vieram do porto de Calcuta, em Argentina baptized os assim, embora em India o nome não seja sabido). Os povos ricos de nosso país, aquele importaram pelo mar inglês e holandês, todas as raças dos Bovídeos, das ovelhas e dos cavalos: para trazer galos, os peacocks ou todo o outro pássaro pequeno eram uma facilidade. Eu crío para ter esclarecido alguns pontos e para ter exposto minha posição. Eu não tive a intenção nem o espírito faltar o respeito a ninguém, mas eu acredito que na matéria dos galos, é necessário escutar diversas vozes. É muito pequeno o que lá está escrevendo dentro do alcance do Argentineans, e as gerações novas merecem ter a mais melhor informação

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No me agrada la polémica, ni “tocar de oído”. Escribo poco, porque para hacerlo debo tener la seguridad de conocer el tema. Muchos lectores podrán estar en desacuerdo conmigo y esto no me ofende; al contrario respecto toda opinión que tenga fundamento.
Estoy acostumbrado, como Juez y como Abogado, a la aplicación de la norma que desde el Derecho Romano se exige: el que afirma algo, tiene la obligación de probarlo.
Puedo ciertamente, enseñar al que lo desee, las pruebas documentales de los que afirmo: cartas, videos, púas, fotografías y tantas cosas referente a los gallos, que he acumulado en muchos años.
GALLOS BRASILEROS Y GALLOS ARGENTINOS.
En el último número de esta revista he leído afirmaciones que aunque provienen de un gran criador, no comparto. Por supuesto, voy a señalar cuál es mi posición y los motivos de mi desacuerdo.
Respeto mucho al Sr. Pedro Suarez como criador de gallos Combatientes Españoles y Cubanos. Su padre también Don Pedro Suárez fue quizá uno de los cinco mejores criadores de Cuba de todos los tiempos. De hecho los Combatientes Españoles que trajo a Argentina para mi gran amigo, ya fallecido Juan Carlos Fernández, han sido lo más fino y bonito que se pueda pedir. A Dios gracias, su hijo Miguel Angel los conserva aún.
Pero no puedo estar de acuerdo con su afirmación de que los gallos argentinos son mejores que los brasileños.
En primer lugar: Toda generalización es peligrosa. Puedo aceptar que me digan que los gallos de un stud de nuestro país, son mejores que los de otro stud de Brasil, pero no que se meta a todo un país, que por su tamaño y cantidad de aficionados es un continente, en una solo bolsa.
En segundo lugar: Para hablar de Brasil, hay que conocer gallos y galleros de distintas zonas. Yo puedo hacerlo y probarlo con cartas porque he recibido y enviado gallos de mi cría, con mucho éxito a Río Grande Do Sul, Río de Janeiro, Pernambuco, San Luis de Maranhao y Belem Do Pará, sólo para nombrar algunos lugares.
1) GALLOS GAUCHOS DEL SUR DE BRASIL:
Los que han estado en esta zona de Brasil lo saben y a los que no han tenido esa suerte se los comento: si hay un lugar en este bendito mundo, adonde un argentino se puede sentir bien, es en Río Grande, sobre todo en las zonas montañosas rurales como Arroio do Tigre, Sobradinho, etc. Estos “Gauchos” toman mate, pero más que nosotros, comen lo mismo que los argentinos pero mucho más, y toman ... bueno, no creo que podamos competir con ellos.
Por años no han aceptado la espuela ni el reglamento que pretendían imponer desde Río de Janeiro o San Pablo. Ellos han peleado con la espuela gaucha, que es exactamente igual al “Puón Argentino” de hoy. Y digo de hoy porque hace treinta años se peleaba con púas más agudas que las del Torneo Nacional. Al menos en Santiago del Estero. Fueron ellos los que nos convencieron de bajar un poco la agresividad de la púa. Es porque a los brasileños, que traían gallos con un excepcional estado físico, luchadores tipo japonés y de espuela regular (no todos, por supuesto)no les convenía que en un solo tiro, hasta de casualidad, el gallo argentino igualara o ganara la riña.
Tampoco aceptaron la forma de igualar de Río de Janeiro y San Pablo, que emparejaban por peso y altura. En Río Grande, era cuestión de habilidad sacar mas o menos la altura que el rival. En las otras localidades nombradas, no se preocuparon por la altura, porque no pelearían nunca con un gallo más alto.
Mi opinión sobre esos gallos: He traído personalmente y me han mandado también, no muchos, sino muchísimos gallos de esta zona. Todos de muy buena pelea, luchadores de cuello; muy buen pulmón, buena velocidad y el 99% finos o muy finos. También el 90% al menos regulares en espuela, tanto los padrillos como sus hijos con gallinas de esa zona, para lo que en Argentina, sobre todo en Tucumán y Santiago, que son de los lugares que puedo opinar, por haber visto seleccionar, llamamos “espuela”. Esos gallos se ganaban en su país, por tener el mejor entrenamiento y “entreverar” mas con las puntas. Con todo no generalizo, traje gallos de espuela muy buena y la transmitían, pero no eran los más.
2) GALLOS DEL CENTRO DE BRASIL. RIO DE JANEIRO, SAN PABLO Y MINA GERAIS:
Estas grandes ciudades, y las influenciadas por ellas, gozaron de características propias: a) Han tenido aficionados de mucho dinero, con galleras muy importantes, con cuidadores de lo mejor. Recibieron una gran inmigración de gente de Japón, tanta gente, que por supuesto, al menos algunos eran aficionados a los gallos y tenían conocidos en su país de origen, que los criaban. b) Así como los argentinos eran importadores de Asil y Calcuta, los “Cariocas” y “Paulistas” comenzaron, muchos antes de 1950 a importar japoneses medianos y grandes, Shamos como les llamamos (en Japón Shamo es cualquier gallo que no sea de corral: para ellos, son los gallos que vinieron supuestamente de Siam, lo que hoy es Tailandia). c) Las ramas que usaron: Contrariamente a lo que pasaba en el sur, que peleaban con púa argentina, en estas zonas no se adoptó un arma definida y aún hoy están cambiando. Hace treinta años se peleaba con púa natural, de cuatro centímetros y por períodos y dos y hasta cuatro horas. Contemporáneamente, se usaban púas prensadas de espuela de gallo (muerto por supuesto), con la punta roma. Mediante un elemento metálico con perforaciones (se llama escantillón) medían el diámetro o la agudeza de las púas. Generalmente se peleaba con “arma 4” o “arma 5” (La N° 1 sería la púa más aguda y la N° 10 la más roma). Más tarde, como el asunto de prensar fabricar restas espuelas, no solamente era un trabajo artesanal, sino costoso, el industrial Dr. José Daniel Tosi, probó de fabricarlas en duraluminio y así nacen las Paulistinhas, de este material, que se usaron hasta hace poco. Estas armas eran copia de las prensadas de espuela natural. Para un argentino, así le den cinco horas sería imposible amarrarlas al gallo; en realidad no son prácticas pues constan de la cazoleta (que además es pequeña) y la punta. Además siguiendo la tradición, esta punta es roma. (arma N° 4). Pero no se engañen: si el gallo pega fuerte, entran mucho más que la púa nuestra. Por otro lado, igual que las plásticas que se pretenden oficializar, tenían la punta roma, lo que hace que produzcan desgarros.
A José Daniel Tosi lo conozco desde el año 1968 y nos escribimos desde entonces. La última carta que envié no hace más de quince días, criticaba el tema de la punta roma y de las cruzas que están haciendo. (Tengo toda la correspondencia manuscrita de este amigo, hasta con los sobres y copia de las cartas enviadas por mí. Están a disposición de los que duden. Además tengo cantidad de fotografías, con dedicatoria y forma al reverso y un vídeo que muestra sus últimas instalaciones y a él que ya tiene más de 80 años).
Ultimamente, Tosi y Ballesteros, idearon una punta plástica, probando distintos materiales. La idea surge porque viajando por países en los que se pelean Combatientes Españoles o sus derivados (Colombia, Cuba, Puerto Rico, etc.) vieron algunas púas plásticas que substituían a las de espina de pescado, carey o prensadas de gallo. Y así nacen las plásticas actuales. Son semejantes a las de duraluminio, con una ventaja: tienen como nuestro “Puón Argentino” un suplemento que permite calzar como acostumbramos en nuestro país y en el sur brasileño.
Pero cuidado: Tanto mi amigo Tosi, como Evandro Ballesteros, son importantes industriales, poseedores de grandes fortunas. Son socios y fundadores del Club Privé Cinco Estrellas y ese club, como todos, viven del público que concurre y sobre todo de los apostadores.
Fue con mentalidad industrial que se hicieron las púas de aluminio y ahora las plásticas: el objetivo era reducir costos de la artesanía.
Es con mentalidad industrial (o comercial) que se ha reducido el tiempo de riña de cuatro horas a una hora. Y según José Daniel Tosi, bajaría aún más. Es lógico: los apostadores se aburren en riñas largas y para tenerlos en la concurrencia, hay que darles con el gusto (Es impresionante lo que se juega en las riñas de “Ingleses” en Estados Unidos o Méjico; riñas que con los gaffs de seis centímetros duran menos de dos o tres minutos y a veces son por un millón de dólares).
Pero también al hacer las púas más agudas(y esto es para mis compatriotas que ven las púas plásticas como “mansas”), tanto Tosi como Evandro Ballesteros importaron en los últimos años, cantidades de “Brankivoides”: combatientes Españoles, Cubanos, Mexicanos, etc. Para cruzar con sus gallos antiguos, para buscar mayor velocidad y boca.
Yo quiero advertir esto a los argentinos para que no los tome por sorpresa: hagan una prueba, comparen la espuela plástica brasileña y una plástica del Sr. Patiño o una púa oficial del Campeonato Nacional Argentino y deduzcan cuál de las dos tiene mayor penetración. Aún no siendo tan agudas, las nuevas de Brasil, tienen 2.1 centímetros de largo hasta la cazoleta; los puones argentinos, usados en el torneo nacional tienen de acero solamente 0.4 cm hasta la cazoleta. Con nuestra púa un gallo excepcionalmente fuerte podrá profundizar hasta 0.6 cm; con la plástica brasileña que se pretende adoptar, herirá 2 centímetros con seguridad.
Se definirán más riñas, y más rápidamente, sin duda, pero ya no se necesitará la pelea, ni cogote musculoso ni mucho pulmón. Con esa púa yo ni siquiera cruzaría con español: directamente importaría gallos norteamericanos. Aclaro que no estoy opinando sin conocer el tema. A las púas las he medido con un calibre de precisión y tengo una colección de armas (púas argentinas desde 1800 a la fecha) navajas de hasta 8 centímetros, “cuarto de redonda de Méjico”, navajas de igual país, y gaffs ingleses y norteamericanos de distintas longitudes, además de púas usadas en Brasil desde “bitoques romos” pasando por las prensadas de gallo y las de aluminio. Tosi me mandó un juego de las nuevas plásticas.
3) GALLOS DEL CENTRO NORTE BRASILEÑO:
Tengo a la vista un valioso libro verdaderamente de “colección” pues se imprimieron pocos ejemplares, todos firmados por el autor. El mío lleva el N° 1183 y su título es “Galicultura” 2da. Edición Río de Janeiro 1956 del Dr. J..P. Gurupy.
Notablemente, este autor, añora los años del gallo “carioca” al que considera extinguido, por los cruzamientos con Shamos o Japoneses. Como características del antiguo gallo “Carioca” menciona cualidades de resistencia, fuerza y sobre todo extraordinario coraje. (Tanto el macho como la hembra de estas líneas, son típicamente gallos Hindúes, del tipo de un Asil mediano o lo que en Argentina llamamos Calcuta).
Aunque no estaba en contra de los japoneses, opinaba, ya en esa época, que por cruzamientos poco científicos (dice desordenados), los gallos perdieron resistencia y coraje (que él con acierto atribuye a las sangres Asil y Malayo) aunque ganaron en movimiento, puntería y técnica de combate, “cualidades de los japoneses, que también son los responsables por la falta de fibra de muchas de nuestras racitas actuales” (entre comillas y negrita, traducción textual de página 18 y 19 de la obra citada).
Gurupy decía que recibió del Teniente Arsenio, una gallina “La Cobra” que era racuda y racadora (de mucha raza y transmisora) que daba bueno hasta con Leghorn, uno de sus hijos el “Capoeira”, fue expuesto en la Sociedad Brasileña de Avicultura en 1927 (atención con las fechas) (página 20 libro citado).
Lo cierto es, que para el norte de Brasil, los gallos tuvieron menos influencia de los Shamos, porque la gente pensaba como Gurupy y quería gallos absolutamente finos aunque fueran más lentos.
Pues bien los gallos de Pernambuco, (influencia del gran aficionado e industrial de mucho poder económico Federico Lundgren) eran al menos hasta hace veinte años, gallos muy fuertes con poco o nada de japonés. Lundgren tenía los “Catita” gallos indudablemente Asiles, con pico corto y verdaderamente imbatibles por su clase.
Tengo en mi poder no una sino muchas fotografías de gallos de Pernambuco. Allí un colega abogado y magistrado recibió como obsequio de mi criadero un Calcuta puro, de 7 peleas y tengo la foto que en el reverso dice “aquí está su excelencia el “Argentino” en pleno haren”. Cartas y fotografías a disposición de los amigos que quieran visitarme: serán bienvenidos).
En San Luis de Maranhao, y en Belem do Pará, tenía amigos, también colegas, que recibieron de obsequio mis padrillos: cartas y fotografías también a disposición de los incrédulos y todos los amigos, relatando que probaron los hijos del “Pandorga” mío, con el Coronel Mario Franco de Castro y eran “para sacarse el sombrero por sus condiciones y belleza “incomún”. Mario Franco de Castro, era un gran aficionado también e importador de valiosos ejemplares.
Quizás estos animales eran más “finos” que los de San Pablo pero yo, que los he tenido en la mano, creo que no podían competir con los de Río o San Pablo por una cuestión de selección y porque sin duda, la pelea del japonés (que se mueve porque no le gusta que le peguen) no la tenían los gallos del norte.

EL DOMINO
Es el nombre de un gallo que murió hace muchos años y no es una línea ni mucho menos una raza.
Este gallo, bautizado con ese nombre por su propietario José Daniel Tosi, nació en su Stud y era hijo de un japonés importado, y una gallina de su criadero. Era un gallo negro, muy bonito, un Calcuta ajaponesado o un japonés acalcutado, como se quería verlo. (Fotos a disposición).
Era un gallo que combatía con espuelas naturales de 3 centímetros y ganó 12 o 14 peleas.
Fue el mimado de José Daniel Tosi, porque además de ser bueno, transmitió sus cualidades y como para más era muy hermoso, ilustró la portada de los calendarios de fechas de torneos que se distribuían por todo el mundo.
No era un gallo con barbas o barbucho, como muchos argentinos creen. Dio hijos e hijas muy buenos era viejo, fue enviado a los hermanos Veppo a Río Grande do Sul, donde murió.
He tenido hijas de él y del Cognac, otro padrillo extraordinario. Me las envió José Daniel Tosi (Cartas y fotografías a disposición). Testigo de esto: mi amigo Gilmar Bensi, que tuvo el coraje de viajar hasta San Pablo y Río de Janeiro, para traer en su camioneta, los gallos queme obsequiaba Tosi y varios otros de Don Francisco de Paula Elías, y el Dr. Ruy Pereyra de Almeida (japoneses importados que tenían la ventaja de ser ya probados y al ser obsequiados no había intereses económicos de por medio).
Por mi parte, había mandado a Río de Janeiro, mis Malayos, que cruzados ½ sangre con Shamos o aún puros, dieron resultados extraordinarios (carta de Don Francisco de Paula Elías a disposición). También estos Malayos en manos del Dr. Edsel Jorge Bixler, de Méjico, demostraron ser ganadores y de gran calidad, según los dichos de este excelente amigo y autor de varios libros y artículos sobre la afición que nos ocupa.
Los Domino en Argentina:
Cuando el Dr. Tosi me envía los animales, recuerdo que llegó un padrillo despicado, una gallina con su banda N° 2005 y otra mucho más cargada o racuda como dirían ellos, que aquí me falla la memoria, pues no recuerdo si era hija o hermana del gallo negro (Dominó) las gallinas eran negras. La N° 2005 era hija del Cognac. En la época los negros eran los preferidos de José Daniel.
Al enterarse mi querido amigo Juan Carlos Fernández, de que yo tenía esa relación, me pide “sin pretextos” que le consiga el Dominó (carta manuscrita). Con toda sinceridad le aviso que al original no lo tenía, pero que poseía descendientes, peleados y probados y que el mejor se lo obsequiaba. (Carta que envío y conservo la copia). Los que tenía de esa sangre eran el Opa, el Opita y el Opa R.G.S.
Le envié el Opa con una gallina negra que era fina y además daba pelea, clase y espuela. Era una madre probada. El Opita, tuerto fue con dos gallinas a Miami, de obsequio al Dr. Humberto Lamas Díaz, que publicó artículos sobre la cría de mi casa en tres revistas. En el último hace referencia a la prueba del Opita con un gallo de Estados Unidos al que desarma en diez minutos. (Revistas a disposición).
Como anécdota puedo relatar, que en la época, traje tantos gallos y huevos de Japón, Cuba, Estados Unidos, España, por no contar los de Uruguay y Brasil, que el pobre Juan Carlos Fernández, que era el que tenía que ir a buscarlos hasta Ezeiza o incluso a la Embajada de India, me escribió rogando ....¡Por favor ... no importes más ..(Carta manuscrita a disposición)
Ocurría, que como se dice “Dios está en todas partes, pero atiende en Buenos Aires” y allí si no era mi padre o Juan Carlos, no tenía otra persona de mucha confianza, que maneje a los animales que llegaban.
Tengo otra cata que demuestra la amistad que teníamos con este verdadero hermano gallístico: en ella me dice secamente y sin entrar en calor ... Si tienes un buen Shamos ... mándamelo!!! Ni por favor ... ni si te sobra .. No se vea esto, como falta de cortesía, sino como una muestra de la extraordinaria confianza y afecto que sabíamos que existía entre nosotros.
Puedo decir con honestidad, que Juan Carlos recibió, lo mejor de todas las líneas que importé, a excepción de los Kelsos, pues él no era migo de los Ingleses ni de los Calcutas.
Tuvo Malayos, Japoneses, Asil y Combatientes Españoles. Los míos eran del Dr. Sánchez Cabezudo de Escalona (Toledo) y del Dr. Humberto Lamas Díaz, cubano residente de Méjico, que me mandó gallos giros plateados y otros colorados. Las líneas de Juan Carlos eran de Pedro Suárez y del torero español Baldomero Ortega. Todos estos animales de una calidad fuera de lo común.
Al fallecimiento de Juan Carlos, su hijo, Miguel Angel, que cuando yo los visitaba, tenía apenas doce años, escuchaba todo lo que hablábamos los mayores y para suerte del gallerismo argentino, asimiló todo: método de crianza, selección de ejemplares y demás.
Fue una suerte para mi, pues a pesar de no tener ningún compromiso conmigo, ya que mi amistad por razones de edad era con el padre, me ofreció desinteresadamente, los ejemplares que conservaba: la mayoría con sangres de las crías de su padre, intercalada con las mías.
OTRAS CORRECCIONES:
Sea por errores tipográficos o de información, en el artículo del Sr. Pedro Suárez hay algunos puntos para aclarar, porque teniendo la revista Tradición Gallera amplia difusión, los errores pueden repetirse y de tanto hacerlo convertirse en verdades.
GALLOS JAPONESES:
No hay duda que Miguel Angel Fernández tiene que conservar buenos japoneses. Su padre los tenía, con la ventaja de que eran finos, cosa que en la época no era común. Luego recibió otros, yo le envié también varios y Miguel Angel sabe manejar la raza pues creo que ésta y los Asiles fueron sus preferidos.
UN ERROR DE NOMBRE:
Aunque no me consta, no tengo porqué dudar de la importación hecha directamente de Japón, yo mismo recibí una docena de huevos, en un solo envío. Pero el nombre correcto de quienes los enviaba, era Shichiro Koyama de Kokubunji Shi – Tokyo – Japón (aún conservo la dirección de este generoso amigo).
SOBRE LOS NANKIN:
No son del puerto de Nankin de China sino Shamos pequeños de Japón.
Tenía hace tiempo noticia sobre estos gallos, pero para que no sea mi palabra, sino la de un experto, un hombre reconocido mundialmente, voy a transcribir lo que dice Don Francisco de Paula Elías en carta del 28 de agosto de 1976: Dice textual: Gallos Japoneses: Un tipo Asil idéntico a los criados en Argentina, con conocidos como Nankin Shamo y existen en gran cantidad de todos los colores. Los japoneses ignoran el término Asil, razón por la que los denominan Nankin. Estas aves deben haber venido de China, hace centenares de años atrás. Otro tipo de Asiles son conocidos en Japón como Yamatos, Yapitas y otros nombres. El Chebi es el menor combatiente japonés y el Totenko el mayor. El Satsuma es un gallo para navajas (posiblemente un descendiente del Sumatra).
GALLO NEGRO DE INDIA (¡Chan?)
En India, según documentación que poseo y he volcado en un trabajo que se publicó recientemente en Méjico, hace cinco mil años (5.000) ya existían, además de los gallos salvajes, los “gallos del pueblo” y también los gallos de pelea. Cuando los Ingleses invadieron la región, se dieron con gallos desconocidos para ellos y que con armas cortas superaban a los Old English Game. En India hay muchas aves de combate, aún hoy, pero no todas son Asil o Aseel. El término Asil se reserva solamente al gallo absolutamente puro, de pelea y familia noble.
En Argentina nos equivocamos al llamar Asil, solamente al pequeño,. En realidad en India existen hoy y han existido siempre Asiles medianos (que nosotros llamamos Calcuta) y realmente grandes, de más de 10 libras y todos son verdades Asiles.
Con todo, los preferidos de las clases gobernantes fueron los llamados Rajah Murg (Gallos de los Rajah ó Príncipes). Eran de cuatro familias principales, y su peso rondaba las cuatro libras. Se peleaban con patas forradas, varios días; algunos llegaron a nueve días.
Veo que en el artículo del Sr. Suárez hace referencia a esta raza, quiero aclarar que los gallos Khan o Amir Khan eran gallos colorados (no negros) con pico y patas blancas. Los negros de las familias más nobles fueron llamados Siyah Rampur y eran algo más longilíneos que los anteriores, en ocasiones con cresta chata y pequeñas plumas debajo de la garganta. Otra cría negra fueron criados por los Rajah de Outh, de increíble clase y estilo de pelea.
Los pequeños gallos, según me han informado mis amigos del “Oriental Gamefowl Club International” están prácticamente extinguidos. Se crían en algunas regiones al norte de la India y en Pakistán. Yo he tenido la inmensa fortuna de recibir huevos de un amigo de India que conocí cuando éramos muy jóvenes y me envió huevos de los que salieron tres hembras negras, patas, ojos y pico negros y un colorado patas blancas.
No pretendo informar que tengo “Rajah Murgh Siyah Rampur” ni Amir Khan. Solamente, que tras años de criar Asiles e incluso de tener líneas importadas, es la primera vez que me mandan animales negros. Los Hindúes, aún a los colonizadores ingleses, trataron de darles o venderles, los blancos o los pintos (overos), colores que ellos tenían a menos. Aún así, en nuestro país hay Asiles colorados y aún negros, aunque los últimos, son más escasos. Las aves de India, que no venían directamente por medio de los ingleses que tenían amistad con los ganaderos argentinos, eran traídas por la firma Bullrich, que los remataba en donde hoy es Patio Bullrich; otros se conseguían a buen precio. Adquiriéndolos directamente en el Puerto de Buenos Aires, de marineros o tripulantes que venían de Oriente, en barcos cargados de fibra de cáñamo que se usaba para hacer sogas y suelas de alpargatas. Ellos siempre traían en cubierta, unas parejas en jaulas redondas de mimbre y regateando, se podían adquirir verdaderos Calcutas de muy buena raza. (Como venían del puerto de Calcuta, en Argentina se los bautizó así, aunque en India el nombre es desconocido).
La gente adinerada de nuestro país, que importó por mar, todas las razas inglesas y holandesas de vacunos, de ovejas y caballos: traer gallos, pavos reales o cualquier otra ave pequeña era una facilidad.
Creo haber aclarado algunos puntos y expuesto mi posición. No he tenido intención ni el ánimo de faltar el respeto a nadie, pero creo que en materia de gallos, es necesario escuchar varias voces. Es muy poco lo que hay escrito al alcance de los argentinos, y las generaciones nuevas merecen tener la mejor información.

 

 

 

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